quinta-feira, 19 de junho de 2014
Galera Desculpa a Ausencia E Que Estamos Em Manutenção, Para Ajudar Clica Nesse Anuncio Em Baixo Ta Em Faze De Teste Obg!
Obg pela Conprienção de todos prometo q vai ter ótimos conteúdos!!
sábado, 5 de abril de 2014
Fiat reajusta preços de alguns modelos para o mês de abril
A Fiat já emplacou dois modelos como os mais vendidos do mês de março e sem contar a liderança demercado com 23,5% de participação. No entanto, o lado ruim disso é que os preços dos modelos aumentaram. O Novo Uno parte de R$ 25.620, enquanto o preço anterior era de R$ 25.490. A versão topo de linha Sporting, passou de R$ 34.780 para R$ 34.950.
Já o Palio Fire manteve o preço inicial de R$ 24.490, sendo uma peça importante na conquista do primeiro lugar do modelo entre os automóveis de passeio. Por consequência, o Novo Palio também permaneceu sem alterações, partindo de R$ 32.660. Fiat 500, Siena, Doblò, Palio Weekend, Punto e Bravo não tiveramaumento de preços.
Já o Grand Siena, assim como o Linea, receberam modificações e por isso foram reajustados. Já a campeã de março, a picape Strada, passou de R$ 35.380 para R$ 35.590. A versão Adventure Cabine Dupla agora custa R$ 57.330. Antes, saía por R$ 56.990.
Agradecimentos ao Daniel Augusto Lara Domingos pela dica.
Datsun on-DO é o sedã popular da marca japonesa para a Rússia
A Renault-Nissan anunciou oficialmente o Datsun on-DO para a Rússia. Trata-se do primeiro produto da marca de baixo custo de origem japonesa voltado especificamente para aquele mercado.
O sedã compacto da Datsun é derivado do Lada Granta, mas apresenta estilo em harmonia com o hatch Datsun GO e a perua Datsun GO+, respectivamente lançados na Índia e Indonésia.
Com 4,33 m de comprimento, 1,70 de largura e 1,50 de altura, o Datsun on-DO oferece 530 litros de espaço no porta-malas. O motor é um 1.6 8V de apenas 87 cv e transmissão manual. Deverá custar o equivalente a US$ 11.300.
Chevrolet Onix Lollapalooza: Impressões da nova série limitada
■Chevrolet
Terceiro colocado entre os automóveis de passeio no mês de março, o Chevrolet Onix vem se destacando no segmento de compactos, sendo a principal opção de entrada da GM no Brasil e tendo 51% das vendas para clientes na faixa etária até 40 anos. Agora, reforçando o apelo jovem, o modelo ganha a série especial Lollapalooza, pois a empresa passa a ser patrocinadora deste importante evento internacional.
O Chevrolet Onix Lollapalooza chega como uma série especial de 4.000 unidades e com preço sugerido de R$ 41.890. O hatch fabricado em Gravataí/RS, oferece alguns itens exclusivos, assim com bom conteúdo de série. Ar condicionado, vidros dianteiros e travas elétricas, rodas de liga leve aro 15, multimídia MyLink, airbag duplo, ABS, direção hidráulica, alarme, entre outros.
Ele tem ainda adesivos alusivos ao festival Lollapalloza nas colunas C, na tampa do bagageiro, nas colunas B e retrovisores na cor prata, bem como faróis com máscara negra e lentes Ice Blue, lanternas traseiras escurecidas e antena esportiva.
Por dentro, o acabamento apresenta bancos em tecido com costuras duplas na cor laranja, assim como borrachas de revestimento dos porta-objetos. Os tapetes são exclusivos e com nome Onix bordado. Outro destaque é o conjunto de elásticos de cor laranja ao lado do console.
O motor do Chevrolet Onix Lollapalooza é 1.0 8V SPE/4 com até 78/80 cv a 6.400 rpm e 9,5/9,8 kgfm a 5.200 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. A transmissão manual F1X tem cinco velocidades. As opções de cores são também alusivas às do festival, sendo: Laranja Flame, Branco Summit e Azul Sky.
Impressões
Visualmente, o Chevrolet Onix Lollapalooza é bem interessante. Os faróis com lentes Ice Blue são realmente atraentes e conferem um destaque a mais para o compacto, assim como os retrovisores de cor prata. As rodas de liga leve aro 15 diamantadas reforçam a boa aparência do modelo, embora a grade do motor e o para-choque frontal ainda fiquem devendo em estilo.
No interior, o destaque fica para os detalhes em cor laranja, que deixam o ambiente mais jovial e esportivo. O Onix já se destacava pelos pacotes de personalização e continua não desapontando nesse quesito. Com desenho moderno e fora do lugar comum, o ambiente deixa o condutor mais a vontade.
A multimídia MyLink – preferida pela maioria mais para visualização de vídeos e fotos, o que surpreendeu a GM – centraliza as atenções e vem com alguns aplicativos interessantes, tais como Stitcher, TuneIN Radio e BrinGo, por exemplo, sendo este umm navegador GPS.
O dispositivo da GM permite transferir fotos, vídeos, músicas e aplicativos do smartphone através de conexão Bluetooth. O MyLink é uma das armas do Chevrolet Onix Lollapalooza para conquistar o público jovem. Além disso, o bom conjunto do hatchback também é outro trunfo para se dar bem no mercado.
O motor SPE/4 responde bem – apesar da elevada rotação de potência e torque – girando em torno de 3.500 rpm a 110 km/h. Mas não há mágica, o Chevrolet Onix Lollapalooza é um 1.0 e por isso tem um desempenho compatível com a proposta. O que agrada mais que isso, é o bom acerto do conjunto suspensão/direção/freios, que pôde ser comprovado na pista de testes da GM em Indaiatuba/SP.
O Chevrolet Onix Lollapalooza tem acabamento bom para o segmento, mas ainda peca na posição do puxador das portas, bem mais recuado que o normal. Poderia ser mais à frente, como em qualquer outro carro. A posição de dirigir é boa, mas sem retrovisores elétricos, é um exercício ruim regular os espelhos manualmente.
O porta-luvas é engenhoso por abrir para cima, evitando o contato com as pernas do passageiro. O quadro de instrumentos inspirado em motocicletas tem boa visualização e atende bem ao condutor. No entanto, o espaço interno é apenas mediano. Condutor e passageiro dianteiros vão bem, mas atrás o espaço poderia ser um pouco mais generoso. O porta-malas fica na média dos populares.
Enfim, com visual mais jovem e interessante, o Chevrolet Onix Lollapalooza apresenta um conjunto equilibrado e adaptado ao dia a dia dos brasileiros. Por R$ 41.890, poderia ter mais itens de série, o que contribuiria para uma relação custo-benefício melhor, embora ainda não satisfatória, visto que se trata de um carro popular com preço de compacto premium.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Novo Toyota Corolla
Mais jovial, sedã chega com a missão de destronar o Civic
Por Vitor Matsubara | Fotos: divulgação
Um modelo completamente novo para tentar recuperar a liderança dos sedãs. Este é o novo Corolla, que começa a ser produzido em Indaiatuba (SP) com o objetivo de desbancar seu arquirrival Honda Civic do topo das vendas.
O carro será oferecido em quatro versões: GLi 1.8 com transmissões manual ou automática, XEi e Altis. Estas duas últimas opções serão vendidas somente com a transmissão automática continuamente variável (CVT), simulando sete marchas no modo Drive com possibilidade de trocas sequenciais por borboletas.
O novo Corolla cresceu em todos os sentidos. São 4,62 metros de comprimento, 1,77 metro de largura e 1,47 metro de altura. Com isso, o sedã ficou oito centímetros mais longo, oito centímetros mais largo e cinco centímetros mais baixo frente ao seu antecessor. A distância entre-eixos é de 2,70 metros, representando um aumento de 10 centímetros. O espaço para os joelhos e pés dos passageiros de trás também melhorou.
O design também evoluiu, deixando o conservadorismo um pouco de lado. Com linhas praticamente idênticas ao do modelo europeu, o Corolla tem faróis mais espichados (com LEDs na versão Altis), capô rebaixado e grade frontal com três filetes. Na traseira, as lanternas invadem as laterais e a tampa do porta-malas, sendo unidas por uma régua acima da placa, criando uma forte associação visual com o Camry.
A lista de equipamentos de série é compatível com a concorrência. Desde a versão de entrada GLi o sedã traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, chave do tipo canivete, com comandos do alarme integrados, cinco airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros e um para proteger os joelhos do motorista), computador de bordo com seis funções, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, painel com apliques em preto brilhante, sistema de som com entradas USB e para iPod, Bluetooth, faróis de neblina, vidros e retrovisores elétricos e volante multifuncional, entre outros itens.
A versão XEi traz sistema multimídia com tela de 6,1 polegadas, DVD Player, câmera de ré, revestimento interno em couro cinza, ar-condicionado digital, computador de bordo com velocidade instantânea, vidros elétricos com acionamento um-toque nas quatro portas, banco traseiro bipartido com descanso de braço central e porta-copos, piloto automático, retrovisor interno fotocrômico e apliques simulando fibra de carbono.
A opção Altis agrega banco do motorista com regulagens elétricas, iluminação diurna por LEDs, destravamento das portas sem chave, partida do motor no botão, banco do motorista com regulagens elétricas, acendimento automático dos faróis, retrovisores externos com rebatimento elétrico e sete airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um para proteção dos joelhos do motorista).
Nenhuma mudança foi realizada nas duas opções de motorização. O motor 1.8 16V Dual VVT-i rende 144 cv com etanol e 139 cv com gasolina, sempre a 6.000 rpm, e torque máximo de até 18,4 mkgf, se abastecido com etanol. As versões mais caras usam o 2.0 16V VVT-i, que entrega até 154 cv com etanol a 5.800 rpm e torque máximo de 20,3 mkgf a 4.800 rpm. Ambos dispensam o tanquinho de partida a frio.
Veja a tabela de preços do Novo Corolla:
Corolla GLi 1.8 (manual): R$ 66.570
Corolla GLi 1.8 (automático): R$ 69.990
Corolla XEi 2.0 (automático): R$ 79.990
Corolla Altis 2.0 (automático): R$ 92.990
O carro será oferecido em quatro versões: GLi 1.8 com transmissões manual ou automática, XEi e Altis. Estas duas últimas opções serão vendidas somente com a transmissão automática continuamente variável (CVT), simulando sete marchas no modo Drive com possibilidade de trocas sequenciais por borboletas.
O novo Corolla cresceu em todos os sentidos. São 4,62 metros de comprimento, 1,77 metro de largura e 1,47 metro de altura. Com isso, o sedã ficou oito centímetros mais longo, oito centímetros mais largo e cinco centímetros mais baixo frente ao seu antecessor. A distância entre-eixos é de 2,70 metros, representando um aumento de 10 centímetros. O espaço para os joelhos e pés dos passageiros de trás também melhorou.
O design também evoluiu, deixando o conservadorismo um pouco de lado. Com linhas praticamente idênticas ao do modelo europeu, o Corolla tem faróis mais espichados (com LEDs na versão Altis), capô rebaixado e grade frontal com três filetes. Na traseira, as lanternas invadem as laterais e a tampa do porta-malas, sendo unidas por uma régua acima da placa, criando uma forte associação visual com o Camry.
A lista de equipamentos de série é compatível com a concorrência. Desde a versão de entrada GLi o sedã traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, chave do tipo canivete, com comandos do alarme integrados, cinco airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros e um para proteger os joelhos do motorista), computador de bordo com seis funções, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, painel com apliques em preto brilhante, sistema de som com entradas USB e para iPod, Bluetooth, faróis de neblina, vidros e retrovisores elétricos e volante multifuncional, entre outros itens.
A versão XEi traz sistema multimídia com tela de 6,1 polegadas, DVD Player, câmera de ré, revestimento interno em couro cinza, ar-condicionado digital, computador de bordo com velocidade instantânea, vidros elétricos com acionamento um-toque nas quatro portas, banco traseiro bipartido com descanso de braço central e porta-copos, piloto automático, retrovisor interno fotocrômico e apliques simulando fibra de carbono.
A opção Altis agrega banco do motorista com regulagens elétricas, iluminação diurna por LEDs, destravamento das portas sem chave, partida do motor no botão, banco do motorista com regulagens elétricas, acendimento automático dos faróis, retrovisores externos com rebatimento elétrico e sete airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um para proteção dos joelhos do motorista).
Nenhuma mudança foi realizada nas duas opções de motorização. O motor 1.8 16V Dual VVT-i rende 144 cv com etanol e 139 cv com gasolina, sempre a 6.000 rpm, e torque máximo de até 18,4 mkgf, se abastecido com etanol. As versões mais caras usam o 2.0 16V VVT-i, que entrega até 154 cv com etanol a 5.800 rpm e torque máximo de 20,3 mkgf a 4.800 rpm. Ambos dispensam o tanquinho de partida a frio.
Veja a tabela de preços do Novo Corolla:
Corolla GLi 1.8 (manual): R$ 66.570
Corolla GLi 1.8 (automático): R$ 69.990
Corolla XEi 2.0 (automático): R$ 79.990
Corolla Altis 2.0 (automático): R$ 92.990
BMW X4
Crossover traz fórmula do X6 em embalagem menor
Por Vitor Matsubara
O X6 inaugurou uma nova categoria de SUVs dentro (e fora) da BMW. Com suas formas ousadas, o modelo ainda divide as pessoas até hoje, que na dúvida entre um utilitário esportivo ou um cupê preferem chamá-lo de crossover.
Agora chegou a hora do X6 ganhar companhia. A marca alemã lançará a versão final do X4, que já havia sido antecipada pelo X4 Concept, apresentado no último Salão de Frankfurt. A novidade tem design mais esportivo que o X3 (modelo do qual deriva), lembrando o estilo do Série 4 Coupé. Os faróis exibem contornos mais retos, praticamente se unindo com a grade dupla tão tradicional da BMW. O teto com uma forte queda em direção à traseira saliente é a herança mais forte do X6. As lanternas também lembram o Série 4. No geral, o X4 é 1,4 centímetro mais longo e 3,6 centímetros mais baixo frente ao X3.
O luxuoso interior é praticamente o mesmo do X3, trazendo materiais agradáveis de se ver (e tocar), como couro, alumínio e apliques em preto brilhante espalhados pela cabine. Todos os comandos e funções são familiares a quem já dirigiu - ou pelo menos entrou - em um BMW alguma vez, incluindo o seletor giratório do computador iDrive e a alavanca do câmbio automático de oito velocidades.
Inicialmente o X4 será oferecido com seis opções de motorização. Três delas são movidas a gasolina (2.0 de quatro cilindros com 184 cv ou 245 cv e 3.0 de seis cilindros em linha com 306 cv) e as outras três utilizam diesel (2.0 com 190 cv e 3.0 de seis cilindros com 258 cv ou 313 cv). O novo crossover da BMW será lançado ainda neste semestre em mercados como a Europa e os Estados Unidos. Ainda não há previsão de quando o modelo chegará ao Brasil.
Agora chegou a hora do X6 ganhar companhia. A marca alemã lançará a versão final do X4, que já havia sido antecipada pelo X4 Concept, apresentado no último Salão de Frankfurt. A novidade tem design mais esportivo que o X3 (modelo do qual deriva), lembrando o estilo do Série 4 Coupé. Os faróis exibem contornos mais retos, praticamente se unindo com a grade dupla tão tradicional da BMW. O teto com uma forte queda em direção à traseira saliente é a herança mais forte do X6. As lanternas também lembram o Série 4. No geral, o X4 é 1,4 centímetro mais longo e 3,6 centímetros mais baixo frente ao X3.
O luxuoso interior é praticamente o mesmo do X3, trazendo materiais agradáveis de se ver (e tocar), como couro, alumínio e apliques em preto brilhante espalhados pela cabine. Todos os comandos e funções são familiares a quem já dirigiu - ou pelo menos entrou - em um BMW alguma vez, incluindo o seletor giratório do computador iDrive e a alavanca do câmbio automático de oito velocidades.
Inicialmente o X4 será oferecido com seis opções de motorização. Três delas são movidas a gasolina (2.0 de quatro cilindros com 184 cv ou 245 cv e 3.0 de seis cilindros em linha com 306 cv) e as outras três utilizam diesel (2.0 com 190 cv e 3.0 de seis cilindros com 258 cv ou 313 cv). O novo crossover da BMW será lançado ainda neste semestre em mercados como a Europa e os Estados Unidos. Ainda não há previsão de quando o modelo chegará ao Brasil.
Ford Ranger Sport
Por R$ 67.990, versão aposta no visual para fazer frente à S10
Por Vitor Matsubara
A Ranger Sport não é uma novidade no portfólio da Ford. Afinal, sua antecessora já tinha esta versão. Mas se a picape mudou bastante de uma geração para a outra, pelo menos mercadologicamente ela tem a mesma intenção: atrair consumidores de picapes pequenas.
É verdade que os R$ 67.990 pedidos não a torna acessível como Fiat Strada ou Volkswagen Saveiro. O objetivo da nova versão da Ranger é seduzir quem precisa de mais espaço, principalmente para as bagagens, e já tem condições de comprar uma picape maior. O problema é que, por este valor, a Ranger Sport supera o preço pedido pela versão de entrada da arquirrival Chevrolet S10, oferecida por R$ 65.890.
A picape dá o troco com o motor 2.5 Duratec Flex, que rende 173 cv - ou 32 cv a mais que a S10. O torque máximo chega a 24,8 mkgf a 4.250 rpm, quando abastecido com gasolina. E é preciso bastante força para dar conta de levar duas pessoas e até 1.455 quilos de carga na caçamba.
A lista de itens de série inclui ar-condicionado, direção hidráulica, computador de bordo, volante multifuncional com comandos de som, piloto automático, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 17, retrovisores elétricos e sistema de som com rádio, CD Player, entradas USB e para iPod, Bluetooth e tela de LCD de 4,2 polegadas. Por fora, ela se diferencia do restante da linha pelo aplique plástico no para-choque frontal, adesivos laterais e santantonio tubular na parte de trás.
A nova versão da Ranger será oferecida somente com câmbio manual de cinco marchas e na carroceria de cabine simples.
É verdade que os R$ 67.990 pedidos não a torna acessível como Fiat Strada ou Volkswagen Saveiro. O objetivo da nova versão da Ranger é seduzir quem precisa de mais espaço, principalmente para as bagagens, e já tem condições de comprar uma picape maior. O problema é que, por este valor, a Ranger Sport supera o preço pedido pela versão de entrada da arquirrival Chevrolet S10, oferecida por R$ 65.890.
A picape dá o troco com o motor 2.5 Duratec Flex, que rende 173 cv - ou 32 cv a mais que a S10. O torque máximo chega a 24,8 mkgf a 4.250 rpm, quando abastecido com gasolina. E é preciso bastante força para dar conta de levar duas pessoas e até 1.455 quilos de carga na caçamba.
A lista de itens de série inclui ar-condicionado, direção hidráulica, computador de bordo, volante multifuncional com comandos de som, piloto automático, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 17, retrovisores elétricos e sistema de som com rádio, CD Player, entradas USB e para iPod, Bluetooth e tela de LCD de 4,2 polegadas. Por fora, ela se diferencia do restante da linha pelo aplique plástico no para-choque frontal, adesivos laterais e santantonio tubular na parte de trás.
A nova versão da Ranger será oferecida somente com câmbio manual de cinco marchas e na carroceria de cabine simples.
Fiat Linea 2015 recebe retoques e novos itens – Sedã parte de R$ 55.850
O Fiat Linea 2015 chega ao mercado nacional com preços a partir de R$ 55.850 na versão Essence e R$ 66.450 na Absolute. O sedã “médio” (na verdade é um compacto grande) da marca italiana recebeu alguns retoques no visual e um conteúdo melhor. Grade, para-choques e a tampa traseira foram modificados, atualizando o visual já cansado. Disponível apenas nas versões Essence e Absolute, o modelo adota também novas rodas de liga leve aro 16 ou 17 polegadas.
Na dianteira, grade com frisos cromados e para-choque com desenho em “V” na parte inferior se destacam. Na traseira, a tampa agora tem porta-placa com friso cromado e grafia “Linea” em baixo relevo. O para-choque tem parte central preta em formato de “V” invertido, a fim de harmonizar com as linhas da tampa.
Por dentro, o Fiat Linea 2015 foi completamente reformulado. O painel frontal é novo e tem três opções de acabamento. Os painéis das portas também acompanham as mudanças de estilo. A impressão visual melhorou com novos tons de prata, bege, cobre e também de preto brilhante nos detalhes. Além disso, como novidade, o modelo passa a oferecer luzes de frenagem de emergência, regulagem elétrica dos faróis e sensor de estacionamento com visualizador gráfico no painel.
A versão Essence ganha novos tecidos e a versão Absolute, bancos parcialmente em couro bege com logomarca micro perfurada. O quadro de instrumentos também ganhou visual novo. Os comandos apresentam iluminação branca em todas as versões e o Fiat Linea 2015 ainda apresenta iluminação ambiental em LED, chamada Night Design, de série na Absolute e opcional na Essence. O acabamento da base da alavanca do Dualogic Plus pode ser prata (Essence) ou preto brilhante (Absolute).
De série, o Fiat Linea Essence 2015: volante em couro com comandos para o áudio, sinalização de frenagem de emergência (ESS), Lane Change, Welcome moving, regulagem elétrica dos faróis, mais airbags frontais, freios ABS, computador de bordo, faróis de neblina, banco traseiro bipartido, Follow me home, ar-condicionado, apoia-braço central traseiro, desembaçador do vidro traseiro, My Car Fiat, controlador automático de velocidade, travas elétricas, retrovisores externos elétricos, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros/traseiros com one touch e sistema anti-esmagamento, volante com regulagem de altura/profundidade, chave canivete com telecomando, rádio CD com MP3 integrado ao painel e porta USB, porta-óculos, rodas de liga leve 6.0 x 15″, ponteira de escapamento cromada, kit parafusos antifurto para as rodas.
Opcionais da Essence: Night Design, sensores de estacionamento traseiro com visualizador gráfico, de chuva e crepuscular + retrovisor interno eletrocrômico, ar-condicionado automático digital, apoia-braço central dianteiro com porta-objetos, saída de ar para o banco traseiro, bancos revestidos parcialmente em couro ou em tecido Baltic com faixas exclusivas, Blue&Me, Blue&Me Nav, câmbio Dualogic Plus + alavanca de seleção das marchas tipo borboleta no volante, sidebags dianteiros, windowbags, mais rodas de liga leve de 16” ou 17”.
De série, o Fiat Linea Absolute 2015 adiciona os itens da Essence e acrescenta: câmbio Dualogic Plus com alavanca de seleção das marchas tipo borboleta no volante, sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico, ar-condicionado automático digital, bancos revestidos parcialmente de couro, Blue&Me, cortina para-sol no vidro traseiro, volante de couro com comandos do rádio e telefone com oito botões, rodas de liga leve 6,5 x 17″ e tapetes com bordado Absolute.
E os opcionais da versão Absolute são: sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, Blue&Me Nav (Blue&Me mais navegador GPS integrado ao quadro de instrumentos com operação por comandos de voz), som Hi-Fi com subwoofer, sidebags dianteiros e windowbags.
O Fiat Linea 2015 ainda oferece acessórios da linha Mopar, tais como: central multimídia com tela HD touchscreen de 4,3 polegadas; o sistema GPS ; DVD Player; TV Digital integrada; Câmera de Ré; Bluetooth (Viva Voz); Controle Remoto e conexões como porta USB, Ipod e saída de vídeo, bem como espelho com câmera de ré. O sedã é equipado com motor 1.8 16V E.torQ com 130/132 cv e 18,4/18,9 kgfm, respectivamente com gasolina e etanol.
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Sedã compacto sofreu alterações oportunas e convence mais que o anterior
Por fora nota-se boas alterações no design, assinadas pelo Centro de Estilo da JAC em Turim. Ok, as linhas eram muito mais “italianas” do que são hoje, com um toque germânico nos faróis, que remetem aos Volkswagen – e o novo para-choque tem culpa. Na traseira, o mais notável é a nova distribuição dos elementos das lanternas, com as luzes de ré passando à tampa do porta-malas (lembrando remotamente o BMW Série 3 E46). Quem perdeu espaço foram os logotipos, agora espremidos acima do enxerto de lanterna. Além disso, a fechadura está em nova posição e o novo para-choque recebeu uma lanterna de neblina.
Alterações no design são necessárias mercadologicamente, mas as internas foram providenciais. O painel inteiro mudou ganhando ares mais sofisticados e ergonomia próxima do ideal quanto ao acesso dos elementos do painel. O motorista notará imediatamente o quadro de instrumentos com disposição mais comum, com conta-giros e velocímetro separados e inéditocomputador de bordo no centro – cujas funções de autonomia e consumo não funcionaram durante o teste, diga-se. O novo volante também agrada, visualmente e na prática, com pega melhorada e revestimento em couro, além de comandos do som.
A melhora do aspecto geral também se deu graças aos novos plásticos do painel, ainda rígidos mas com nova textura, pelas saídas de ar-condicionado – agora quadradas - e pelo console, onde moldura de plástico black piano destaca o novo sistema de som, que apesar de ficar devendo entrada USB normal – tem uma micro USB, que requer adaptador – e Bluetooth, ao menos incorpora um simples equalizador, que contorna a dificuldade encontrada pelos alto falantes ao tentar reproduzir um som nítido. A antena impressa no para-brisas ainda é ineficiente, até mesmo em locais abertos.
Acomodado
Por ter passado por reestilização, não há alteração nas dimensões do J3 Turin, que seguem as mesmas: 4,15 m de comprimento, 1,65 m de largura, 1,46 m de altura e 2,40 m de entre eixos. Desta forma o espaço para quem viaja no banco de trás ainda é pequeno, inclusive para a cabeça. O JAC J3 termina figurando entre os pequenos do segmento, junto com Fiat Siena EL e Chevrolet Classic, podendo se gabar do porta-malas com capacidade de 490 litros.
O motor permanece o mesmo: um 1.3 (1332 cm³) 16v à gasolina que tenta se passar por 1.4 e que declara potência de 1.6: 108 cv a 6000 rpm. O torque de 14,1 kgfm a 4500rpm entrega que, na verdade, se trata de um motor que gosta de girar bastante. É verdade… Até os 3000 rpm é apático a ponto de sentir bastante o peso do compressor de ar-condicionado – que, aliás, parece pesar bastante sobre o motor e tem funcionamento ruidoso - mas após esta marca ele revela seu ímpeto. Desligar o ar-condicionado neste momento funciona como uma espécie de “overboost”, além de tornar o motor menos áspero. E olha que ele tem VVT, comando de admissão variável…

As marchas tem relações curtas, talvez para contornar as características do 1.3 L. Isso tem um preço: à 120 km/h o motor trabalha a elevados 3.800 rpm. Mas ele ainda vai longe :a máxima divulgada pela marca é de 186 km/h. Não precisava tanto em um carro que vai de 0 a 100 km/h em 11,6 segundos.
As marchas tem relações curtas, talvez para contornar as características do 1.3 L. Isso tem um preço: à 120 km/h o motor trabalha a elevados 3.800 rpm. Mas ele ainda vai longe :a máxima divulgada pela marca é de 186 km/h. Não precisava tanto em um carro que vai de 0 a 100 km/h em 11,6 segundos.
Se você quer explorar o motor, seu melhor amigo no trânsito será o câmbio, manual de cinco marchas. Leve e com bons engates, apenas demonstra certa artificialidade em seu manuseio – parece que a alavanca tem rigidez artificial, transmitindo a uma sensação pastosa, como se estivesse passando faca num pote de geleia. Difícil de descrever… É apenas diferente e não desagrada.
A JAC foi feliz no acerto da direção, rápida e direta, e com peso correto em momentos de manobra e em alta velocidade. Novamente lembra os Volkswagen. Os freios tem boa atuação, embora o curso maior do pedal necessite de um pouco de costume.

Onde os engenheiros da JAC ainda poderiam ter aproveitado para fazer ajustes é na suspensão. Ela está surpreendentemente bem adaptada às condições brasileiras, com curso longo e voltada ao conforto que se busca em um carro familiar, lembrando bastante o Siena EL. Mas a traseira não lida bem com pisos irregulares e quebra molas. As molas duras que trabalham em conjunto com o sistema dual-link na traseira podem ser as culpadas, mas ao menos deixam o carro estável e previsível em curvas, mesmo com a carroceria tendendo a rolar um pouco nestas condições.
Onde os engenheiros da JAC ainda poderiam ter aproveitado para fazer ajustes é na suspensão. Ela está surpreendentemente bem adaptada às condições brasileiras, com curso longo e voltada ao conforto que se busca em um carro familiar, lembrando bastante o Siena EL. Mas a traseira não lida bem com pisos irregulares e quebra molas. As molas duras que trabalham em conjunto com o sistema dual-link na traseira podem ser as culpadas, mas ao menos deixam o carro estável e previsível em curvas, mesmo com a carroceria tendendo a rolar um pouco nestas condições.
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