
Estaria o mercado automotivo mundial vivendo uma ditadura? Com a moda dos utilitários esportivos, praticamente não se fala em mais nada, a não ser SUV e crossover. Todas as grandes marcas – e mesmo as pequenas ou as muito exclusivas – entraram na moda e querem ter seus equivalentes no segmento, que vem crescendo rapidamente não só no Brasil, mas também nos EUA, Europa, Índia e China, por exemplo.
A onda os utilitários esportivos – especialmente os compactos – é tão grande que está matando outros segmentos. Nos EUA, por exemplo, impulsionados pela gasolina barata, os americanos não pensam em outra coisa que não tenha as três siglas mágicas: SUV. E isso está acabando com o mercado de hatch, sedã e minivan. Podemos incluir também os cupê e demais, exceto, é claro, as picapes. Na Europa, o movimento ainda é tênue, mas a onda parece ganhar mais volume a cada ano.

Estaria o mercado automotivo mundial vivendo uma ditadura? Com a moda dos utilitários esportivos, praticamente não se fala em mais nada, a não ser SUV e crossover. Todas as grandes marcas – e mesmo as pequenas ou as muito exclusivas – entraram na moda e querem ter seus equivalentes no segmento, que vem crescendo rapidamente não só no Brasil, mas também nos EUA, Europa, Índia e China, por exemplo.
A onda os utilitários esportivos – especialmente os compactos – é tão grande que está matando outros segmentos. Nos EUA, por exemplo, impulsionados pela gasolina barata, os americanos não pensam em outra coisa que não tenha as três siglas mágicas: SUV. E isso está acabando com o mercado de hatch, sedã e minivan. Podemos incluir também os cupê e demais, exceto, é claro, as picapes. Na Europa, o movimento ainda é tênue, mas a onda parece ganhar mais volume a cada ano.

Na China, nem se fala, pois uma enxurrada de SUVs – até com marcas praticamente dedicadas ao segmento – está avançando com força sobre os sedãs, que sempre foram preferência entre os chineses. A Índia mostra o mesmo com recordes de venda e filas… No Brasil, dos 20 carros mais vendidos mensalmente, seis são utilitários esportivos e só não entra mais porque algumas marcas importantes ainda não estão presentes na categoria.
E o restante? Com exceção dos hatches e sedãs – menos o segmento médio – o mercado não quer outros tipos de veículos leves de passageiro. Assim, sentimos falta de produtos que há alguns anos atrás, eram bem aceitos pelo público. Adeus minivans, peruas, sedãs duas portas, cupês e assim por diante.

Mas e se onda de SUV e mudanças no mercado não tivesse ocorrido? Sem dúvida, ainda veríamos alguns modelos que marcaram época. Um exemplo é o Volkswagen Logus, fruto da Autolatina dos anos 80 e 90, que chegou ao século 21 sem nunca ter adicionado as entradas traseiras, algo que seu irmão Pointer o fez com louvor. Hoje em dia, como seria então um Logus 2018?
Essa projeção do designer Kleber Silva pode dar uma pista. Com carroceria mais próxima de um cupê, o Volkswagen Logus 2018 se apresenta com base na plataforma MQB A0 do Virtus 2018, ostentando parte do estilo deste e adicionando uma traseira mais saliente, porém, sem perder o volume dedicado aos porta-malas. Com vigias pequenas e largas colunas C, o modelo parece até mais musculoso que o Virtus.
Apresentado nas versões Highline, GTS e R, a proposta de Kleber para um Volkswagen Logus 2018 adiciona faróis grandes e grades com visual diferenciado em cada versão, assim como para-choques, rodas e outros detalhes exclusivos. E o que moveria cada uma delas? Não custa imaginar o 1.0 TSI de até 128 cv no Highline, 1.4 TSI de 150 cv no GTS e, sem dúvidas, o 2.0 TSI de 220 cv no R. E então, seria interessante um Logus assim em dias de domínio dos SUVs?
[Projeção: Kleber Silva]
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